O que sabemos sobre os impactos ambientais do turismo nos recifes tropicais do Brasil?

Autores

DOI:

https://doi.org/10.7784/rbtur.v16.2420

Palavras-chave:

Atividade turística, Produção científica, Ecossistema recifal

Resumo

Ambientes recifais concentram elevada biodiversidade e são responsáveis por fornecer bens e serviços à humanidade, como por exemplo, os benefícios econômicos associados a atividade turística. O turismo em recifes cresce no mundo, assim como a relação de impactos ambientais causados pela atividade. O objetivo desse trabalho foi sistematizar e analisar os resultados de estudos que avaliaram os impactos do turismo em ambientes recifais tropicais brasileiros, identificando a abrangência geográfica dos estudos, bem como os grupos biológicos e variáveis ecológicas utilizadas para a avaliação ambiental, discriminando aquelas que sofreram alteração em função do uso turístico. Foram identificadas 81 publicações, entre 1996 e 2020, com um crescimento exponencial dos trabalhos ao longo do tempo. Pernambuco e Rio Grande do Norte foram os estados com maior número de estudos com o tema, concentrando 50% das pesquisas. Sete grupos biológicos, entre, peixes, algas e invertebrados, foram avaliados em áreas recifais, considerando variáveis como riqueza, abundância e densidade. A maioria das variáveis analisadas foram alteradas em função da atividade turística nos recifes. A compreensão integrada dos impactos do turismo pode colaborar para o desenvolvimento de estratégias de manejo em áreas recifais, buscando soluções que considerem aspectos sociais, econômicos e ambientais.

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Biografia do Autor

Janaina Freitas Calado, Universidade do Estado do Amapá (UEAP), Macapá, AP, Brasil.

Bióloga e Doutora pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Programa de Pós-Graduação em Ecologia). Professora adjunta da Universidade do Estado do Amapá (UEAP), vice-líder do Grupo de Integração Socioambiental e Educacional (GISAE) e faz parte do Comitê Gestor do sítio PELD-GARS (Programa Ecológico de Longa Duração - Great Amazon Reef System). Atualmente, coordena projetos de pesquisa e extensão com foco na construção de saberes híbrido a partir de práticas de educação ambiental, educomunicação e divulgação científica. Contribuições: Contribuiu na concepção da pesquisa, revisão da literatura, análise dos dados e discussão dos resultados.

Ana Luisa Pires Moreira, Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Natal, RN, Brasil.

Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Mestre em Zoologia, pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e Doutoranda no Programa de Pós Graduação em Psicobiologia da UFRN. Realizou pesquisas na área de ecologia de peixes recifais, atuou na área de Unidades de conservação, sendo Gestora da APA dos Recifes de Corais, no RN. Atualmente pesquisa os efeitos de poluentes químicos no comportamento de peixes. Contribuições: análise dos dados e discussão dos resultados.

Liana de Figueiredo Mendes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Natal, RN, Brasil.

Graduação, mestrado e doutorado em Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo. Professora associada da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, lotada no Departamento de Ecologia. Linha de pesquisa na área de bio-ecologia de peixes recifais, atuando também nas áreas de conservação e gestão de ecossistemas marinhos. Contribuições: concepção da pesquisa e discussão dos resultados.

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Publicado

2022-02-18

Edição

Seção

Artigos - Gestão do Turismo