PRÁTICAS DE ETNOCONHECIMENTO NA GESTÃO PARTICIPATIVA DO TURISMO SUSTENTÁVEL NA AMAZÔNIA: QUILOMBO DE TAPANAGEM (ORIXIMINÁ, PA, BRASIL)

Autores

  • Leonardo Gama Campos Universidade Federal Fluminense
  • Cristiane Passos de Mattos entro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJ

DOI:

https://doi.org/10.7784/rbtur.v5i3.457

Palavras-chave:

Turismo sustentável. Populações tradicionais. Metodologia participativa. Etnomapeamento. Oriximiná (PA, Brasil).

Resumo

Este trabalho busca analisar a utilização de práticas de etnomapeamento como auxílio à gestão participativa sustentável do turismo em áreas habitadas por populações tradicionais que possuem seus territórios em áreas próximas, justapostas ou sobrepostas a diferentes áreas protegidas na Amazônia. Com foco em uma microrregião do Alto Rio Trombetas (Oriximiná, PA, Brasil), estuda o Quilombo Tapagem a partir de trabalhos de campo, pesquisa bibliográfica, análise documental, observação participante e técnicas de diagnóstico rural participativo (DRP). Discorre sobre as abordagens e mapas participativos no âmbito da gestão da biodiversidade, e apresenta os resultados da pesquisa. A análise dos diferentes usos dos recursos naturais do território estudado por meio do mapeamento participativo na micro-região estudada se coloca enquanto uma ferramenta útil à formulação de políticas públicas para o desenvolvimento do turismo sustentável.

Biografia do Autor

Leonardo Gama Campos, Universidade Federal Fluminense

Atualmente é pesquisador-bolsista CNPq, doutorando em Geografia pela Universidade Federal Fluminense, na área de concentração de Gestão Ambiental Territorial. Ex-Professor substituto de Geografia Humana pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e Pesquisador participante do Laboratório de Ecologia e Biogeografia - UFF. Mestre em Ciência Ambiental - PGCA/UFF e Doutorando em Geografia - PPGEO/UFF. Dedica-se a pesquisas sobre gestão ambiental com o auxílio de análises territoriais e metodologias participativas, focando o mapeamento participativo e a gestão por mosaico como subsídio ao desenvolvimento da gestão participativa em unidades de conservação. Além disso, vem se debruçando na temática do turismo ambiental em suas varias vertentes com especial foco no papel do ordenamento territorial ambiental como balizador dos projetos de turismo sustentável em ambientes naturais e áreas urbanas.

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Publicado

2012-03-15

Edição

Seção

Artigos