ESTRADAS-PARQUE: UM ESTUDO COMPARATIVO NO INTUITO DE DEFINIÇÕES PARA A EXPERIÊNCIA TURÍSTICA BRASILEIRA

Autores

  • Luciano Torres Tricárico Universidade do Vale do Itajai - UNIVALI
  • Josildete Pereira de Oliveira Universidade do Vale do Itajai - UNIVALI
  • Diva de Mello Rossini Universidade do Vale do Itajai - UNIVALI
  • Débora Ioná Carvalho Universidade do Vale do Itajai - UNIVALI

DOI:

https://doi.org/10.7784/rbtur.v6i1.477

Palavras-chave:

Estradas-parque, Paisagismo, Planejamento ambiental.

Resumo

A configuração de estradas-parque na experiência brasileira é muito recente. Mesmo assim ela é precursora como fato mundial, principalmente em relação aos avanços de uma legislação que pode amparar esta manifestação espacial em prol da proteção de um corredor ecológico e com usos turísticos; trata-se da consideração da categoria de estradas-parque no Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC). Porém, comparando-se com a experiência estrangeira, essencialmente a canadense e a norte-americana, percebe-se um descompasso nos ganhos que a efetivação de uma estrada-parque pode ocasionar para o planejamento ambiental e do turismo no Brasil. O método interpretativo desta pesquisa se apoia na Semiótica de Charles Sanders Peirce, destacando-se o papel da representação como eleição de signos que carregam ideologias do emissor. Diferentes modos de representação de estradas-parque podem revelar uma “matriz” de conteúdos comuns, denotados na experiência estrangeira ou nacional, e entre as duas; podendo-se disto interpretar características que as identificam. Para tanto, a metodologia procura estudar alguns casos já destacáveis de estradas-parque no Brasil e no exterior, com o intuito de definir parâmetros específicos entre um caso e outro, bem como elementos comuns entre os dois casos.

Biografia do Autor

Luciano Torres Tricárico, Universidade do Vale do Itajai - UNIVALI

Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo; mestre em Estruturas Ambientais Urbanas pela Universidade de São Paulo e doutor em Projeto, Espaço e Cultura pela Universidade de São Paulo. Atualmente é pesquisador junto ao programa de mestrado em Turismo e Hotelaria da Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI; docente do Curso de Arquitetura e Urbanismo e Design de Interiores da Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI; coordenador do LaPa – Laboratório de Paisagismo Aplicado da Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI.

Josildete Pereira de Oliveira, Universidade do Vale do Itajai - UNIVALI

Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal da Bahia – UFBA; mestre em Natureza, Meio Ambiente, Sociedade pela Université de Caen Basse, Normandie, França e doutora em Geografia pela Université de Caen Basse, Normandie, França. Coordenadora do Grupo de Pesquisa Paisagem e Morfologia do Ambiente Urbano vinculado ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Pesquisadora do Laboratório de Paisagismo Aplicado – LaPa – Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI.

Diva de Mello Rossini, Universidade do Vale do Itajai - UNIVALI

Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI. Mestre em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC. Docente e pesquisadora do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI. Coordenadora dos Cursos de Arquitetura e Urbanismo, Design de Interiores e Técnico em Paisagismo da Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI. Doutoranda em Administração e Turismo pela Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI.

Débora Ioná Carvalho, Universidade do Vale do Itajai - UNIVALI

Discente do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI. Bolsista do Programa Artigo 170 do Governo do Estado de Santa Catarina em 2010, desenvolveu a pesquisa que originou este artigo.

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Publicado

2012-04-21

Edição

Seção

Artigos